domingo, 10 de março de 2013

ESCOLA MUNICIPAL VEREADOR WELD DE SOUZA MAIA (Cidade de Mario Campos)

 Planejamento para disciplina de Língua Portuguesa – 2º Ano do Ensino Fundamental.

  • Envi

Disciplina Portugês
Conteúdo: Linguagem Oral e Escrita
Tema: Gênero textual
Tempo: 4 aulas
Objetivo: 
Reconhecer elementos que caracterizam os  gêneros; receita, bilhete e carta. 
Conhecer e produzir os gêneros estudados bem como a função social deles.
Material:
Farinha de trigo, ovos, leite, manteiga, fermento.
Quadro negro.
Papel de carta, envelope, toca, TNT branco.
Conhecimento Prévio:
Os alunos serão desafiados á identificar os ingredientes que serão usados na receita .

Desenvolvimento
Conversar com seus alunos sobre o gênero textual “Receita, bilhete e carta”.
Pedir aos alunos que tragam uma receita de casa.
Escutar os relatos das receitas, em seguida, escolher e anotar a receita escolhida. Todos os alunos devem participar na  preparação da receita.
Ao final todos  degustarão  da receita.
Análise e Desenvolvimento Metodológico:
Os alunos fizeram um avental e foram orientados a lavarem as mãos.
Após selecionar uma receita, essa foi escrita no quadro e  todos alunos colocaram a mão na massa.
Ao colocarmos o bolo para assar enviamos um bilhete a cantineira, pois, o bolo precisava ser dividido em 22 pedaços.
Depois da degustação enviamos uma carta á direção da escola.
Avaliação:
A aula expositiva foi um momento de consolidar o aprendizado. A participação dos alunos foi motivadora, esses informaram que iam fazer a receita em casa, pois, a mesma estava registrada no caderno. QUE DELÍCIA!
Professora Andrea.                  

sábado, 8 de setembro de 2012

CURSO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE ESTADUAL DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS (METROPOLITANA B)




 Nos dias 26, 27 e 28 de outubro realizou-se no Hotel Canto da Siriema o encontro de professores. O evento teve o objetivo de capacitar os professores da rede Estadual de Minas Gerais.

Fomos recebidos pelas   Diretoras Maria de Lourdes Rodrigues Fassy (SRE Metropolitana B), Maria das Graças Pedrosa Bittencourt (Superintendência de Desenvolvimento da Educação Infantil e Fundamental) e Ângela Dalben (Escola de Formação - Magistra).

O professor e palestrante Cristiano Lopes abordou o tema "O Fazer Pedagógico do sec. XXI" De forma criativa, inovadora conduziu a palestra.
 Estiveram presentes cerca de 400 professores. A oficina "Ler e Escrever; compromisso de todas as áreas" trabalhou com a interdiscipina curricular. Nessa fomos desafiados a montar aulas com temas pré estabelecidos. As atividades propostas pelos professores foram surpreendentes.
 Várias palestras foram proferidas com relatos de experiências profissionais e pessoais. Motivação esteve presente em todas as palestras como também a necessidade de reflexão sobre a atuação dos professores na educação. Ao final do curso emitimos nossa avaliação referente ao conteúdo como o domínio do tema pelo palestrante, recursos utilizados,metodologia, interação do palestrante e a interrelação da palestra com o CBC. Enfim estamos aguardando outros cursos de capacitação.

domingo, 8 de abril de 2012

FUNDAÇÃO HELENA ANTIPOFF

Durante nosso curso "aprendemos que  a maneira mais fácil e segura de vivermos honradamente, consiste em sermos, na realidade, o que parecemos ser" e que
"a educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces."
Descobrimos que" nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha"  e esse "amigo deve ser como dinheiro, cujo valor já conhecemos antes de termos necessidade
 dele". 
"A vida sem ciência é uma espécie de morte. Pois bem, é hora de ir:  para semear o que colhemos". O certo é que sentiremos saudades e contribuiremos para um Brasil melhor.     
                                                                     Aristóteles

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

FUNDAÇÃO HELENA ANTIPOFF



Affonso Romano, escritor, poeta é o autor desta reportagem do dia 11 de Outubro de 2009, Jornal Estado de Minas
Há algumas vantagens em ter certa idade.Você não maneja o twitter como um adolescente, mas pode dizer:Conheci Helena Antipoff.Isso não é pouca coisa.A idade também é uma tecnologia.Acabo de descobrir que 2009 tem alguma coisa a ver com 1929.Não, eu não havia nascido ainda, mas foi em 1929, há 80 anos, que Helena Antipoff aceitou o convite para trocar Genebra, onde trabalhava com Eduard Claparede, por Belo Horizonte.Ela poderia ir para o Egito, onde também a queriam. Mas aceitou o chamado do governo Antônio Carlos, e o ensino em Minas nunca mais foi o mesmo.


Estou lendo uma entrevista virtual com Helena Antipoff, que Rogério Alvarenga fez, extraindo suas palavras de livros e entrevistas.Vou lhes garantir uma coisa: se alguém se dispusesse a escrever a biografia detalhada dessa russa excepcional, uma biografia minuciosa como essa que Benjamin Moser fez de Clarice Lispector, e que acaba de lançar nos Estados Unidos com grande êxito; se alguém recuperasse, num livro, a vida épica, dramática, lírica e exemplar de Helena Antipoff, teríamos o roteiro de magnífico filme, que retraçaria também a própria história do século 20: Rússia, Europa e Brasil. Mãos à obra, roteiristas de Minas! Aí está a história de seu pai – general do czar Nicolau II, primeiro aluno da Academia Militar, mas que acabou consertador de sapatos num lugar qualquer da Rússia. Aí está narrada a trajetoria da jovem Helena, que, tendo ido estudar em Paris, na Sorbonne, largou tudo para procurar o pai, caído em desgraça no caos revolucionario soviético. (Isso é mais emocionante que o cinematografico O resgate do soldado Ryan). Aí estão também as peripécias para salvar e manter o marido, Victor, perseguido pelo governo e exilado em Berlim.Aí está narrado o período de fome e miséria, quando Daniel, filho de Helena com Victor, foi exposto na escola de medicina russa como exemplo de raquitismo.

E, no entanto, essa mulher excepcional, em plena tragédia do comunismo russo, consegue iniciar seu trabalho de educação de delinquentes, como eram chamados jovens perdidos nos bosques tosquiados como cordeiros ."É difícil imaginar o que passei no período de 1917 a 1921 – diz ela.Catava-se resina de árvore para saciar a fome.Armadilhas para pegar algum coelho".É difícil imaginar, penso eu, que intelectuais do mundo inteiro tenham, no século 20, iludido-se com a tragédia soviética.Vão dizer: o regime do czar era um horror.Mas não se combate um horror com outro horror, ou um erro com outro erro.


Helena chega a Minas. Aqui, um outro capítulo dessa vida romanesca, do Mar Báltico a Ibirité.Uma geração privilegiada a espera.E ela vai citando Marques Lisboa, Jeane Milde, Alda Lodi, Arduino Bolivar, José Lourenço, Alaíde Lisboa, Lúcia e MárioCasassanta, Guilhermino César, Fernando Magalhães Gomes, Lincoln Continentino, padre Negromonte, Olga Ullman, Elza de Moura. Sem contar Abgard Renault e Drummond, o qual também escreveu sobre ela.E ela narra seus primeiros dias naquela Belo Horizonte de 80 anos atrás:"Montei também meu próprio ritmo pessoal. Ao chegar à casa, vindo do trabalho, ia me deitar às 21h30.Das 23h às 4h, estudava e preparava aulas.Dormia das 4h às 6h, quando me preparava para chegar à escola às 7h.Pegava o bonde e descia na porta da escola.Tudo calmo.A cidade tinha 200 mil habitantes".Há pessoas que fazem história. Elegante, culta, simples, bem me lembro dela nas famosas festas do milho, na Fazenda do Rosário.Seu filho Daniel, também brilhante e modesto, deixou depoimentos sobre ela. Mas há muito, muito mais a contar. Escritores, roteiristas, mãos à obra! Pois uma personagem maravilhosa habitou algum tempo entre nós!Ter Helena Antipoff no Brasil e em Minas foi um luxo. 


Após ter lido esta reportagem, encontrei-a no Blog da 
Kyria, desta forma agradeço a esta mulher sensível que me possibilitou a também postar.
Quem tiver a oportunidade de visitar a Fundação Helena Antipoff, encontrará ali o quarto e alguns objetos pessoais de sua fundadora, como também um de seus sonhos sendo realizado, uma Faculdade na zona rural, para que todos tivessem oportunidade de estudar.
Andrea.


sábado, 17 de dezembro de 2011

FUNDAÇÃO HELENA ANTIPOFF

O Tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê já perdemos o amor de nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
(Fragmento do poema)
Mário Quintana.



domingo, 11 de dezembro de 2011


FLORES DE OUTONO

São quatro as estações. Dizem ser a primavera, dentre todas a mais bela, a mais bonita estação. Quanto a ti eu não sei, só sei eu que observei e gostei muito das flores de outra estação.

É uma estação mais amena, o frio e o calor brigam então, disputando mais espaço, até que o frio inverno se impõe. A estação é o outono, folhas e folhas caem ao chão, mas o que me surpreende são as flores da estação!

Há um espetáculo de cores, de flores em eclosão e o que vejo de cores, de fato é uma grande explosão. Roxo, rosa e amarelo, vermelho, laranja e branco tingem o verde das folhas, em pleno vigor do outono!

Eu cito apenas seis, pois não seria capaz de com precisão descrever as cores desta estação! As nuances tantas são, vão surgindo, lindas são! Cores fortes e suaves, bem pouco é do que eu vejo no fulgor desta estação.

Variadas são as flores, pequenas, grandes ou singelas. Os campos estão tingidos com mais cor e muito brilho! Quando olho tudo isso, sou levada a perguntar: da primavera ou do outono é o mais belo colorido?

Quem diz que das estações, a primavera é a rainha, é quem olha, mas não vê o outono em Ibirité. Relegada ao abandono, dado às flores do outono, a estação segue seu curso me enchendo de amor e fascínio!

Que amo a primavera, sou sincera ao dizer, mas confesso não saber qual das duas escolher! A primavera é cantada em poesia e prosa. E em todos continentes é por todos esperada.

O outono é esquecido. A primavera é aclamada, mas com o que falam do outono, eu não concordo, em nada! Quero cantar o outono com suas flores e cores, com sua beleza tão grande que quase me tira o fôlego!

O outono é o prenúncio dos frios dias do inverno, mas não me deixa temer, por tanta beleza ver. E não me deixa esquecer que a primavera virá o inverno afastar, enquanto espero ansiosa, o outro outono chegar.

Autoria Perpetua Reis.Junho/2010. Perpétua Reis.

sábado, 3 de dezembro de 2011

FUNDAÇÃO HELENA ANTIPOFF

A Arte de Ser Feliz
Poema de Cecília Meireles.
Após a proposta de análise estilística pela professora Ivanete Bernardino, do poema "A Arte de Ser Feliz". A análise deverá ser contemplada pelos seguintes tópicos;
1. Identificar
Macro estrutura do texto
-Gênero Textual
-Movimento do "Eu"
-Léxico
Micro estrutura
-Construção das frases
-Melodia
-Pontuação
2. Analisar a relação entre os dados encontrados em todos os parágrafos com as imagens criadas.
3. Interpretar a relação entre os resultados e a contextualização; histórica, social e psicológica.



Após a correção de nossa análise, farei postagem dela.´